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e a mãe, tá boa?
e a mãe, tá boa?





stephs fry em minúsculas e hype é o caraleo. idade mental que varia, cronológica que limita e cármica que confunde. loser, beesha, vagabunda, estourada, egocêntrica, crítica e pouco democrática. pros amigos, doce, prestativa e leal. pros "inimigos", indiferença cai bem. o fundamental pra viver? música, livros bons, filmes intrigantes e longos, lanchonetes pouco saudáveis e avenida paulista. the girl with the thorn in her side. não faço questão de ser diferente, ser igual é um conforto. do que eu não gosto? o espaço é pouco.

"how can they look in to my eyes and still they don't believe me?"
Sexta-feira, Janeiro 13, 2006

Liberdade Ainda que Tardia...
23:34

Tolos os que pensam ser livres em pleno século XXI. Sim, caríssimos, vivemos todos em regime ditatorial. Não, eu não estou ficando louca e não passei férias na Coréia do Norte. Estou falando sobre tendências. Porque temos sim tendência a nos submeter a certas [erradas!] influências. Seguimos um cronograma para saber como agir, o que dizer, o que não pensar e o que escrever a respeito do que nos sobra para pensar sobre. Somos escravos de nós mesmos, da nossa burrice, do nosso comodismo, da nossa falta de personalidade, da nossa falta de coragem de mandar os paradigmas pra puta que pariu e viver da forma que achamos realmente conveniente. E não somos o que queremos ser porque gastamos nosso tempo sendo o que os outros querem.

Eu, sinceramente, ando bem cansada de ser o que os outros acham que eu sou, de não ter liberdade pra ser o que quero e fazer o que quero sem ser injustamente criticada. Sim, porque se eu me recuso a fazer o que esperam que eu faça, sou cruelmente julgada. Se eu faço uma ironia acerca da vida de pessoas desfavorecidas economicamente, sou uma filha da puta elitista. E se eu chamar de pobre, vou pro inferno. Se eu faço caridade, sou uma cretina vaidosa. Se eu trabalho e estudo, sou mártir. Se eu só estudo, às custas de meus pais, sou vagabunda. Se eu passar no vestibular, é porque fiz cursinho. Se não passar, é porque sou preguiçosa e não estudei o quanto devia.

Ora, vão se foder. A escravidão de todos nós está exatamente nessa mania de julgamento que carregamos no âmago [falei bonito agora, hein, aplausos] como se fosse uma tradição milenar. Reclamamos muito das tais velhas fofoqueiras na janela e não vemos que aquilo é só um esteriótipo, que somos piores, pois fazemos tudo o que elas fazem, só que por baixo dos panos. E se uso o pronome "nós", me incluindo nesse contexto, não é porque sou humilde e reconheço meus erros. É porque acho que o texto fica mais bonito assim. Não reconheço meus erros porra nenhuma, sou orgulhosa, superficial, antipática e excluo socialmente quem eu acho que devo. Tenho todos os defeitos que você condena, mas não os nego, são parte de mim, bem como minha indignação para com a hipocrisia nossa.

No Radinho: Emílio Santiago - Verdade Chinesa


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